terça-feira, 30 de novembro de 2010

O TEMPO QUE RESTA

eu tinha que ver este filme...

domingo, 28 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

olhos que já não...

foto: jb
hoje,
dia que recordamos o teu aniversário...
o primeiro, que não soa a tua voz
apenas a tua presença dentro de mim...

onde residerás eternamente,
mesmo que não oiças o meu grito
em silencioso soluços
em águas tempestivas
em lágrimas da tua ausencia
presente em mim

mesmo que não vejas a rosa que te ofereci
O beijo que não te posso dar
as flores que não vês
simplesmente os olhos que já não posso olhar...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ainda há quem tenha...

Europa, 2011

... neste governo.

O incrivel acontece!
Só mesmo na Europa de Durão.

A Fé é a firme convicção de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.

Entende-se a fé como manifestação de convicção acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual.

Relacionamos a expresso FÉ semanticamente com os verbos crer, acreditar, confiar e apostar, embora estes três últimos não necessariamente exprimam o sentimento de fé, posto que podem embutir dúvida parcial como reconhecimento de um possível engano, porém, de relevância pouco conveniente numa certa situação,

por exemplo: Um apostador numa casa de jogos tem conciência de que pode perder, mas realiza a aposta mesmo assim pois considera o risco pouco crítico, seja pelo possível prejuízo pouco significativo, pela possível recompensa altamente justificável ou uma junção ponderada dos dois fatores... Em outras palavras "Porque vale a pena arriscar". Da mesma foram é possível confiar, ou acreditar, em alguém sem ter certeza absoluta do retorno por falta de opção.

... alegações baseadas em fé não são reconhecidas pela comunidade científica como parâmetro legítimo de reconhecimento ou avaliação da verdade de um postulado.

É geralmente associada a experiências pessoais e herança cultural podendo ser compartilhada com outros através de relatos, principalmente no contexto religioso usada frequentemente como justificativa para a própria crença em que se tem fé, o que caracteriza raciocínio circular.

A fé manifesta-se em momentos de aflição desprovidos de sinais de futura melhora, relacionando-se com esperança e a motivos considerados moralmente nobres ou estritamente pessoais e egoístas.

o que eles não sabem, é que com este governo, não há fé que nos salve!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

voluntário...

Diz-se aqui que o afastamento voluntário é essencial para ultrapassar a crise...
Sabe~se das vantagens do voluntariado

há uns dias, em conversas com um amigo, antevi um governo que chegará à Promavera, mas não chegará ao Verão...

é de facto necessária e indispensável, ou o PM se demite ou cairá por si só à boa maniera . como deve ser (cds) -"orgulhosamente só".

Será Maio florido? ou da rosa encravada?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

pathos

Na edição de hoje do DN, MMC (Manuel Maria Carrilho) antigo ministro da Cultura afirma que " a crise que vivemos hoje é uma crise de confiança nos representantes e nas instituições" mais, que "a crise que vivemos hoje é fundamentalmente política. E sem ruptura política não se sairá dela".

Para Carrilho, "o que hoje anima a democracia portuguesa nas suas mais diversas expressões é o 'pathos' da desconfiança e da suspeita, com todas as consequências que isso implica".

A crise que Portugal atravessa "não se resolve com um governo entrincheirado e com uma administração cada vez mais atordoada e caótica, a viver num prolongado clima eleitoral que já se arrasta desde a Primavera de 2009 e que não se vislumbra quando terminará", adverte.

"Os líderes políticos que pensam que, porque ganham eleições, representam toda a sociedade e têm um mandato que podem executar de qualquer modo vivem num mundo que já desapareceu há muito, e acabam, mais tarde ou mais cedo, por pagar duramente essa ilusão", sublinha, advertindo para a "necessidade de se compreender que liderar não é, de todo, impor-se à sociedade".
...

Carrilho adverte "Portugal precisa de um governo empenhado. E empenhado em todas as áreas da governação, capaz de aglutinar as ideias e as forças que consigam contribuir para elaborar um plano contra o cerco em que vivemos".